A linguagem é a própria civilização. A palavra, mesmo a mais contraditória palavra, nos matém juntos - é o silêncio que [nos] separa. The Magic Mountain. Trad. John E. Woods.New York: A. Knopf, 1995, p. 613
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sábado, 26 de junho de 2010
sábado, 15 de agosto de 2009
Pensamentos obtusos: O amor segundo Mann
Amor como crueldade: "A crueldade é um dos principais ingredientes de amor, dividindo-se igualmente entre os sexos: crueldade da cobiça, da ingratidão, da insensibilidade, dos maus tratos, da dominação. Sucede o mesmo com as qualidades passivas como paciência com o sofrimento e até com o prazer no abandono." The Beloved Returns Lotte in Weimar. Trad. H.T. Lowe-Porter. New York: A. Knopf, 1950, cap. 7
Amor carnal como pedagogia: "O corpo e o amor ao corpo são indecentes e desagradáveis. A superfície do corpo enrubece e se torna pálida, porque tem medo e vergonha de si mesma. Mas ao mesmo tempo é uma grande e divina glória, uma milagrosa imagem da vida orgânica, um milagre sagrado da forma e da beleza, e o amor devotado a ele, ao corpo humano, é, por assim dizer, um interesse extremamente humanitário e um poder mais educativo do que toda pedagogia do mundo!" The Magic Mountain. Trad. John E. Woods.New York: A. Knopf, 1995, p. 407 Pensamentos obtusos: A tolerância segundo Mann
"A tolerância se transforma num crime quando aplicada ao mal". The Magic Mountain. Trad. John E. Woods.New York: A. Knopf, p. 611.
Mann falava pela voz de Hans Castorp. O mal era a religião ou as metafísicas que "nos conduzem ao sono profundo, sugando as energias que poderiam ser usadas para construção do templo da sociedade".
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